Aqui você se encontra!

Como melhorar a baixa autoestima?

Criança pensativa
  • 25 de nov de 2014
  • Sheila Almeida
  • 1431 Visualizações
  • Seja o primeiro a comentar

Você consegue se lembrar da última vez que teve um desequilíbrio emocional, em que as crenças em si próprio e nas suas capacidades desapareceram? Como é que conseguimos manter as crenças que temos em nós de forma a vivermos menos ansiosos e com mais alegria? Imagine as coisas que conseguiríamos realizar se tivéssemos a crença de que somos capazes de fazer qualquer coisa (dentro dos limites do aceitável) para atingir os nossos sonhos e objetivos, especialmente se conseguíssemos manter um nível de autoestima que não fosse abalado diante das circunstâncias.

A autoestima surge da autoimagem positiva que temos de nós, é algo que de forma proativa construímos. A autoestima não se constrói na passividade, nem vem dos acontecimentos exteriores: a autoestima desenvolve-se no mundo real. O que se pretende é uma construção sólida, e isto só é possível a partir do nosso interior. Durante as rotinas diárias, a mente é especializada em procurar todo o tipos de coisas ou situações que fizemos mal, e certificar-se que estamos conscientes disso.

Com esta força e tendência contraprodutiva que a nossa mente tem, deveremos trabalhar no sentido de construir a nossa própria imagem. É comumente aceito que a forma como nos vemos afeta diretamente tudo aquilo que fazemos. Pessoas com a autoestima elevada promovem a capacidade para ser felizes, aumentam o seu bem-estar e, consequentemente, a produtividade nas suas vidas.

Autoestima = o quanto gostamos de nós mesmos. O quanto gostamos de nós mesmos = nível de autodomínio. O que é o domínio de si mesmo? É a habilidade que temos para nos conduzir a realmente fazer o que queremos, em outras palavras, tem a ver com a nossa autoconfiança e autodisciplina. Uma pessoa que tem domínio sobre si mesmo, tem autointegridade e capacidade para manter-se fiel às suas promessas e compromissos. Cada vez que deixamos de ouvir a nossa voz interior, e não agimos de acordo com algo que nós precisamos, ficamos suscetíveis a perder a confiança em nós mesmos e nas nossas habilidades. Esta falta de fé vai aumentando numa espiral descendente podendo chegar a se constituir em baixa autoestima. Como identificar uma baixa autoestima? Veja:

  • Você pensa excessivamente sobre si mesmo, e analisa porque razão você é do jeito que é.
  • Você tem medo da adversidade, o que lhe provoca uma enorme angustia. Você pode ser alienado em relação e em oposição  aos seus pais, cuidadores e figuras de autoridade em geral.
  • Você não sorri facilmente. Você pode ter uma visão negativa, desesperançada de si mesmo, da sua família e sociedade.
  • Você sente-se muito cansado. Você pode estar relutante ou incapaz de definir e alcançar os seus objetivos.
  •  Você fica com você mesmo. Você prefere ficar sozinho do que conhecer novas pessoas e estar com os outros.
  • Você afasta as pessoas. Você tem dificuldade em fazer e manter amigos.
  • Você evita olhar nos olhos dos outros. Você tem dificuldade com a confiança verdadeira, intimidade e afeto.
  • Você se recusa a assumir riscos. Você se sente carente e pode ter uma tendência a apegar-se à falsa independência.
  • Você pode criar efeitos e situações negativas. E em casos extremos, pode ser antissocial e talvez violento.
  • Coisas que outros não podem observar incluem: você fala para si mesmo de forma negativa, você não diz a verdade  e/ou nem mantém a sua palavra, você não perdoa a si mesmo ou aos outros. Você pode não ter empatia, compaixão e remorso.

Aumentar a autoestima implica algumas mudanças de comportamento. O comportamento vai mudando com a prática e a intenção. A autoestima é uma realização, um processo que energiza e lhe dá motivação. Desenvolve-se com a experiência das coisas que fazemos. A autoestima é a experiência de ser capaz de  enfrentar os desafios e promover a felicidade.

TAGS: autoestima, autodomínio, autoconfiança, autodisciplina, autoimagem, desequilíbrio emocional, crenças, capacidades, baixo autoestima

Deixe um comentário